quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Quando dormia.


Lancei mão de todos os meus sonhos em busca de outros distantes e além do meu tempo...
Mas tudo passou de uma ilusão efêmera...
Foi o tempo que desfrutei dos deleites das minhas utopias insanas, foi naquela ocasião que arquivei todas as minha quimeras e quase nada sobrou de mim, só apenas uma lágrima.
Ousei me limpar de tudo e todos, porquanto me matei de dentro para fora e sobrou algo de mim...
Uma lágrima que escorria da minha face até desintegrar-se ao cair no chão..
Foi a derradeira gota de mim absorvida pelo solo frio e triste!
São os meus olhos úmidos e sombrios a despertar de um longo sono.
Amandio.