Este é um conto sobre três crianças e um cachorro... O cachorro não late, mas as crianças brincam, causam confusões e correm do dono da banca de balas, perturbam o bêbado sentado na calçada e vivem perto do João do pastel, pois sabem quando a fome aperta o João traz o pastel, não é um pastel para três e sim um pastel dividido por quatro, pois são três moleques e um cachorro!
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
Três moleques e um cachorro
domingo, 31 de março de 2019
Bala doce que mata!
Qual é a arma que te põe para dormir e nunca mais acordar?
Qual é a arma que te fere o coração?
Projétil conhecido por bala!
Bala que acelera, que acelera a morte penetrando no coração!
Bala que desacelera a vida, destrói famílias e o cidadão de bem quer usar, tal qual o criminoso usa sempre...
É a bala que te fere o coração, é a bala que te arranca a alma, é a bala que está na tuas mãos que dilacera a tua carne docemente...
É a arma que faz do homem um herói, que faz do homem bandido, é a arma que traz aquela segurança nas mãos certas, é a arma que transforma o cidadão de bem em ser odiado quando utiliza do seu poder com tirania, maldade, ódio, desprezo, preconceito, racismo e no fim é a arma que destrói e salva-vidas quando não fere o coração...
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Um templo para me esconder
As vezes me contamino sem querer e querendo me contamino!
As vezes inundo inúmeras vezes o meu pensamento intolerante na merda até aprender a cheirar e descobrir que a merda é fedida...
Apanhar de vez enquanto é necessário para saber que dói!
A revolta me ensina que é o pior caminho e se entregar para a própria é suicídio, mas o suicídio que eu falo é o da solidão, pois o intolerante vive só...
Como dói ter sentimentos de raiva!
Como dói sentir a ferida aberta ser tocada!
Como dói insistir nessa raiva interna...
Não aguento mais ver pessoas brigarem por religião, gostaria de não mais ligar a TV ou o algum tipo mídia de noticiários onde o seu foco seja transmitir mais e mais intrigas, mais intolerâncias, mais preconceitos...
Acho que vou procurar um templo budista e me esconder lá até o fim dos meus dias porquanto não quero contaminar-me com toda esse lamaçal podre e fétido.