segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O poeta


Sou uma tempestade no copo d'água...
Sou uma águia sem foco!
Sou um vazio no espaço sideral.
Sou o próprio acaso, sou o ponto final...
Sou omisso, conivente com as minhas ações, sou ocupado de mais para consultar o meu cerne inconsciente.  Fui o ponto de partida sem destino...
Mas, preferi chutar o balde de concreto e continuar inconsciente, antes de dar ouvidos para o livre arbítrio...
O meu juiz, meu cerne!
Prefiro que as minhas máscaras sejam rasgadas por terceiros, para que não continue inerte...
Vamos ver se assim eu caia na real à ponto de ofertar novamente minha face a tapas e sem queixumes, nem azedumes... vamos ver se assim  sou fiel à minha escrita de outrora.
Mas contudo  sou um filósofo ou um poeta!
Sou confuso ou o poeta...
Amandio