quarta-feira, 30 de março de 2011

Receio

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Vivo correndo e tenho pressa,
Quero a razão de meus pensamentos,
Tal razão que por ventura falha e é rala!
Corro de meus preconceitos e quero distancia do que me torna feio!
Medo de ser pobre, talvez?
Ou estar pobre, dó de mim! empobrecido pela ignorância!
Pobreza, embora mate o meu espírito, corro do desconhecido e chega à perdição de meus caprichos, viver sem tolerância!
São bichos desconhecidos, vivo correndo deles, não conto histórias e nem falo porque o preconceito grita e mata a chicotadas apontadas a dedo.
É a chibatada da língua em açoites fortes, são olhos de ódio sem razão, cor, posição social, opção sexual, o homem não tem raça, só tem uma cor é o vermelho sangue, hoje matei meus preconceitos com o receio de ser bom, recobrei minha razão e me vi quão sou rico de espírito.
Riqueza que abraça sem medo, que senta ao lado sem ter vergonha de qualquer situação, é riqueza sim de ser nordestino, de ser carioca, de ser paulistano, de ser pobre ou rico de morar no sul ou em algum extremo do planeta é viver sempre procurando ajudar a quem precisa.